Eu não sou o tipo de pessoa que anda por aí contando o que faz, mas acontece que a minha parceira nesta história não merece que se mantenha segredo sobre o que ocorreu. É que, na época, ela era minha namorada e me punha chifres descaradamente, e eu, com apenas 18 anos, estava totalmente cego e fazendo papel de idiota para todos. Lembrei-me hoje e resolvi contar.

Vocês já perceberam que todas as histórias relatadas aqui são perfeitas? Todo mundo come, todo mundo dá e todos gostam, ninguém sai insatisfeito. Pois é, a minha história narra fatos diferentes. Vejamos: eu namorava com ela já há alguns meses, fazíamos sacanagens, eu dedilhava a bocetinha e o cuzinho dela só superficialmente, mas não fodíamos, sabem como é: interior, eu e ela com 18 anos, em 1986, naquela época era mais complicado; hoje é que as meninas estão dando cedo. Mas, como dizia, namorávamos e então chegou o período de férias.

Que maravilha, ela veio passar férias na casa de uma tia na capital. Eu tinha moto e sempre saíamos para passear. Num dia, levei-a para minha casa, onde apenas a empregada estava. No meu quarto, chupei a sua boceta pela primeira vez - minha e dela - e foi meio sem graça. E meti o dedo no cuzinho dela. Quando tirei o dedo, ele veio sujo de merda na ponta. Limpei numa almofada. Ela ficou tão atordoada que nem se limpou. Foi melada mesmo para casa.

Nesta noite, levei-a para assistir a um filme: "Eu sei que vou te amar", lembram? Com a Fernanda Torres e um cara que não lembro. Só que ela já sabia que, após o filme, voltaríamos para minha casa e que eu queria comer sua bundinha. Lá chegando - minha mãe tinha viajado -, começamos a tomar algumas; naquela idade, o barato era encher a cara. Só que ela bebia mais que eu em quantidade e tinha uma resistência menor. Ficou bêbada e me implorou que comesse sua boceta. Eu não quis, sabia que poderia dar bronca. Ela, então, virou, por livre e espontânea vontade, e disse: "Então me come o cu". Adorei, pois ela me falava que eu nunca comeria o rabo dela.

Em tempo, naquela época, ela tinha a melhor bunda da cidade, e esta era uma das razões que me fascinavam nela e os motivos dos meus chifres, pois todos os caras davam em cima dela e, como a "coitadinha" era fraca no quesito fidelidade, eu andava com a cabeça raspando nos fios de alta tensão, tamanhos eram os chifres. Mas uma coisa foi certa: eu que rasguei as pregas do cu dela. Se hoje ela ainda dá, eu não sei, mas que inalgurei, isso eu fiz.

Continuando, peguei óleo Johnsons - sei lá se é assim que se escreve - e passei no cu dela. Vejam bem, eu comprei este óleo porque não sabia absolutamente o que usar e pensava que serviria. Gente, não serviu. Mesmo trêbada como estava, a menina gritou no começo ao fim, pediu que tirasse, chorou, chorou de verdade, mas não adiantou. Imaginem, eu, rapazote com 18 anos, comendo o primeiro cuzinho da minha vida, um cu emoldurado por uma bunda magnífica; imaginem se eu ia parar. De jeito algum, meti e meti muito em meio às suas lágrimas e lamentos.

Quando gozei e tirei o pau, o cu dela ficou aberto e um pouco de merda saiu e escorreu pela boceta dela, junto com o esperma que fluía do seu buraco. Ela não levantou, e aquela porra melou a boceta dela toda. Por sorte, não engravidou. Eu abri suas nádegas e notei que, num dos lados, o cu dela sangrava. Achei aquilo o máximo. Nos meses seguintes, comi o cu dela em mais duas ocasiões, sempre com muita insistência e durante o ato, muito choro e lamento, até que um dia enchi o saco dela e empurrei ela para um primo meu. Foi isso aí, tomei chifre, mas arrombei o rabo da bandida. O efeito colateral é que viciei em comer o cuzinho das garotas e hoje não consigo passar sem comer uma bundinha. Detalhe: espero que um dia ela leia este relato e o reconheça.