Me chamo Maria Paula, tenho 31 anos, sou arquiteta divorciada, e a história que vou contar para vocês aconteceu comigo há uns meses atrás.
Cláudio, ou melhor, Doutor Cláudio, era um empresário que eu já tinha feito alguns projetos para ele antes; homem de 50 anos, cabelos grisalhos, educado e bastante rico, de certa forma, o sonho de muitas mulheres, mas não o meu.
Sempre tive dinheiro para minhas necessidades e não tinha tido muitas experiências com homens mais velhos.
Estávamos pensando em um projeto em conjunto, o que nos levava a almoçar algumas vezes; ele sempre muito cordial.
Um dia, me convidou para jantar em uma quinta-feira à noite; aceitei como uma forma apenas de quebrar o gelo, já que poderíamos ter que trabalhar juntos por um tempo.
Durante o jantar, bebemos um pouco, conversamos sobre os mais diversos assuntos; ele disse que me achava uma mulher muito bonita.
Agradeci o elogio e continuamos a jantar; aí, ele me disse: "Não é apenas bonita, é sexy."
Disse a ele que desta forma ficaria sem jeito, e ele me perguntou: "Você admite a hipótese de um dia sair comigo, de me beijar, de transarmos?"
Eu disse educadamente: "Não me leve a mal, mas não."
Ele, sorrindo, então me disse uma coisa que me deixou perturbada: "Você faria sexo anal comigo se eu te pagasse 10 mil reais?"
Confesso que na hora fiquei sem ação; disse a ele que eu estava constrangida e que eu estava indo embora para casa.
Ele me disse que não queria me chatear, mas que era uma coisa que ele adoraria fazer, mas se eu estivesse magoada, para esquecermos o assunto; então, disse para ele esquecer o assunto e irmos cada um para a sua casa.
Fiquei com aquilo na cabeça por um bom tempo, e depois de uma semana, ele aparece no meu escritório no final da tarde com um sorriso e um pacote com 10 mil reais em notas de 10; fiquei gelada na hora.
Mas confesso que a ideia me excitava.
Conversamos um pouco e ele perguntou: "E aí, loira, topa a proposta que te fiz?"
Fiquei mais excitada ainda, mas fui franca com ele; disse que eu não curtia sexo anal, que até fazia às vezes com algum namorado, que fazia com meu marido quando era casada, mas que de certa forma era apenas para satisfazer o homem, que eu tinha pego este trauma uma vez na época da faculdade, quando tinha 21 anos, estava numa festa e tinha ficado bebada; aí, acabei dando para um garoto de 18 anos, que era mulato e que tinha o pênis muito grande; como estava bebada, acabei dando anal e ele, com a sua inexperiência e com o seu pênis enorme, tinha me machucado bastante.
Diante disto tudo, Cláudio falava que não iria me machucar, que era carinhoso, etc...
Eu, na verdade, tinha medo do pênis dele ser muito grande e me machucar; acabei dizendo isto para ele, e ele me disse que estava com o pênis duro de me ouvir falar; perguntou naquele momento se eu queria ver o pênis dele, e eu, gaga de susto, antes de que eu dissesse algo, tirou o pênis para fora do terno; gelei na hora, um pênis lindo, duro, tamanho médio.
Foi um impulso; eu estava fumando um cigarro; quanto ele tirou o pênis para fora e eu vi ele, peguei com uma das mãos, segurei o cigarro com a outra e lentamente fui caminhando por sobre o sofá para chupar o pau dele, hipnotisada de tesão.
Quando toquei com os meus lábios aquele pau duro, Cláudio tirou o pênis para trás e com um sorriso sacana me perguntou: "E aí, Maria Paula, vai dar a bunda para mim pelos 10 mil ou não vai?"
Pensei comigo mesmo: "Desgraçado, me deixa aqui como uma puta morrendo de tesão e ainda faz este tipo de provocação; vou dar para este homem e ensinar a ele uma lição."
Disse que topava, mas que teria que ser numa motel; ele me disse que não, que a esposa dele estava viajando e que poderia ser na casa dele.
Então, fomos até lá...
Digamos que ele tinha coisas que deixaria qualquer mulher impressionada; fomos em uma Mercedes, para a cobertura dele, um apartamento lindo com uma vista maravilhosa da cidade.
Quando chegamos, disse a ele que o acordo seria o seguinte, então: ele me dava o dinheiro adiantado, e faríamos anal apenas uma vez, até ele gozar, e que não rolaria nada além de uma vez anal.
Ele disse que por ele, tudo bem; ficamos os dois sem graça em saber como começaríamos e ele me arrumou um biquíni da mulher dele, sugerindo que eu colocasse e entrassem na piscina para relaxar; eu aceitei a ideia e entrei na piscina de biquíni.
Nadei um pouco, e ele, de roupão na beira da água, ficava me olhando brincar na piscina como uma criança; tomamos um pouco de whisky e conversamos um pouco; aí, perguntei para ele: "Como vai rolar?"
Ele me pediu para ficar de 4 em um sofá-cama que ele tinha perto da piscina; como eu estava meia ansiosa, fiquei lá de 4 de biquíni, e ele me olhando como um lobo prestes a comer sua presa, e eu lá de 4, mostrando a bunda para aquele homem que estava me deixando cada vez mais excitada.
Ele se aproximou de mim e colocou a mão na minha bunda; meu cuzinho gelou na hora; deu uma cuspidinha no dedinho e colocou ele por de baixo do meu biquíni; passou a mão de leve na minha bunda e introduziu o dedo bem vagarosamente na minha bunda; dei uma gemmidinha; fazia uns 2 anos que não dava a bunda; já nem me lembrava como era; aí, ele enfiou mais um pouquinho do dedo na minha bunda comigo ali de 4; na outra mão, ele segurava um copo de whisky.
Eu estava me sentindo o protótipo de uma vagabunda naquela situação, mas estava muito excitada.
Ele, então, surpreendentemente me disse: "Maria Paula, pode pegar o dinheiro e ir embora."
Não acreditei no que acabava de ouvir; o cara simplesmente me convencia a dar pra ele por dinheiro, me colocava de 4 com o biquíni da mulher dele na beira de uma piscina, enfiava o dedo na minha bundinha e me mandava embora; ele simplesmente estava me sacaneando de uma forma muito forte; foi mais escroto do que simplesmente dar a bunda para ele por dinheiro.
Quando ele me mandou embora, disse para mim mesma: "Vou ter que dar pra este cara."
Levantei do sofá-cama, acendi um cigarro e comecei a dançar como uma strip, apenas de biquíni, esfregando a minha bunda e a minha xoxota no corpo dele que estava de roupão; ele entrou no jogo e, a uma certa altura, me agarrou, colocou de bruços no sofá-cama e com força puxou meu biquíni de lado, tirando o pau para fora sem camisinha, sem nada; enfiou ele na minha bunda com vontade; gritei de dor; dei uma mordida no estofamento do sofá; e lá estava eu de biquíni com aquele homem em cima de mim com 20cm enfiados no rabo; confesso que a dor era enorme, mas o prazer de estar sendo comida daquela forma também...
Enquanto eu gemia e quase chorava de dor, ele parou fazer movimentos com o pau, mas permaneceu deitado em cima de mim com o pau na minha bunda; ficamos os dois imóveis e ele falou: "Quero te comer como uma princesinha loira; fica paradinha que eu também; não quero machucar sua bundinha tão linda."
Ficamos os dois parados com ele dentro de mim.
Ele perguntou: "Já deu sua bunda para quantos caras?"
Eu disse que já tinha dado para 4 apenas; para o meu primeiro namorado e não sabia muito das coisas; para o mulato na festa da faculdade, mas é porque eu estava bebada; para o meu ex-marido, para agradá-lo, além de um cara de 30 anos, muito sedutor, que tive uma noite a 2 anos atrás; aí, quando me dei por mim, comecei a achar Cláudio um cara mais filha da puta ainda; afinal, ele estava trepado em cima de mim por dinheiro, com o pau dentro da minha bunda e eu ainda tinha contado para ele quais caras já tinha comigo; aquilo era o cúmulo.
Depois de um tempo, já com ele dentro de mim, ele me disse que eu ficaria de 4 e ele gozaria nela bem gostoso, e que aquele tempo que ficamos ali imóveis era apenas para dilatar mais o meu rabinho; acho que ficamos uns 20 minutos ali parados daquela forma, pois eu já não sentia mais dor alguma, apesar do pau dele dentro da minha bunda; então, fiquei de 4 como ele pediu.
Comigo de 4, ele então começou a colocar o pênis bem devagarzinho dentro do meu rabinho; até que a uma hora ele falou: "Pronto, loira, já entrou tudinho."
Começou a acariciar minha bunda com a palma da mão e a tocar minha bucetinia; confesso que aquilo tudo me deixou bastante excitada; e ele começou a bombar bem devagar o pau dele dentro de minha bunda; ele foi bem de vagar mesmo; ficou um bom tempo ali naquele delicioso vai e vem; a uma certa altura, minha bunda já estava ardida quando ele gozou com bastante vigor; deu para sentir aquela porra entrando dentro de mim; eu já estava toda detonada, afinal, fazia uma meia hora que ele já estava com o pau dentro de mim; depois que ele gozou, eu que estava de 4, deitei de bruços no sofá-cama e procurei relaxar um pouco, afinal, estava com a bunda doida; ele deitou do meu lado e começou a me acariciar os cabelos; ficamos mais uns 20 minutos assim e decidi que estava na hora de ir embora; peguei o dinheiro e pedi a ele para ir na sala buscar minhas roupas que eu tinha deixado na sala para pôr o biquíni; quando ele saiu para ir atrás das roupas, peguei os 10 mil em notas de 10 reais, tirei o elástico de todas elas e fui ao parapeito da sacada da cobertura; olhei para baixo e não tive dúvidas; fiz daquele dinheiro todo uma enorme chuva de notas de 10 sobre a avenida lá embaixo, cheia de gente na hora do rush; quando viu aquilo, Cláudio começou a sorrir e disse que não acreditava que no mundo existiam mulheres como eu que faziam este tipo de coisa; disse a ele que não era pelo dinheiro que eu tinha feito aquilo, mas sim pela curiosidade em experimentar algo daquele jeito.
Depois disto, Cláudio sempre me procurou, mandou dúzias de flores, sempre querendo sair comigo novamente; eu nunca mais dei para ele, mas fica na minha lembrança o dia que dei minha bunda por dinheiro e tive mais prazer do que em qualquer outra vez que tinha dado ela; ficou a recordação daquele homem de 50 anos que sabia comer a bunda de uma mulher como nenhum outro sabia; e a única coisa que me envergonho daquele dia foi de ter feito coco nas calças enquanto ia para a minha casa; coisas de uma bunda ardendo depois de levar um pau maravilhoso por trás.
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