Me chamo Priscylla e nunca vou me esquecer daquele fim de semana, em que fui visitar uns parentes do interior, aquelas viajenzinhas chatas de família em que não se espera nada. Chegando lá, num desânimo total, fiquei em casa mesmo; meus tios, percebendo, chamaram um vizinho para me conhecer e levar para sair. Eu, com meus 18 aninhos, conhecia um rapaz de 25 anos e ia sair com ele; já fiquei toda empolgada. Como estava muito quente e era de tardezinha, maliciosamente coloquei uma roupa bem curtinha e sexy para provocá-lo logo de cara. Coloquei um top cor de pele que salientava bem meus seios fartos e empinados, com uma micro-saia branca na qual mostrava minhas coxas e, de tão transparente, se via até minha calcinha, também branquinha e enfiadinha na minha bundinha empinadinha. Estava bronzeada e os meus cabelos, que iam até a cintura, estavam bem clarinhos, como fios de ouro.
Quando ele me pegou finalmente para sair, até se assustou e disse que eu estava realmente muito sexy e irresistível para ninguém botar defeito. Seu nome era Gustavo; era alto, forte, com cabelos negros caídos para trás e tinha um olhar de tirar o fôlego. Estava me levando para um snookbar de um dos seus amigos; falou que todos iriam adorar me conhecer. Eram 5, no total de amigos, um mais interessante que o outro. Já não tinha mais certeza por quem estava mais interessada, pois todos me bajulavam o tempo todo. As horas foram se passando e todos nós bebendo, e o bar esvaziando. Quando dei por mim, éramos seis - eu e os 5. Já estava um pouco zonza e muito excitada, pois jogávamos, e a cada vez em que eu ia jogar, era um que me encoxava para me ensinar a segurar no taco.
Até que Gustavo começou a me beijar e se roçar em mim, e eu continuei. Todos apenas ficaram observando, atentos, e ao mesmo tempo se aproximando devagarinho. Marcelo, um deles, pegou minha mão e pôs em seu membro, enquanto Gustavo já tirava meu top. Luís me beijava e acariciava as pernas. Não estava acreditando na loucura em que eu estava fazendo; mal conhecia aqueles homens e já estava prontinha para fuder gostoso logo com os 5 de vez. Era assustador, mas não conseguia parar.
Me colocaram em cima da mesa de bilhar e pediram para eu dançar. Já estava extasiada e comecei a rebolar e tirar o resto de roupa que me restava. E todos gritavam: "Rebola mais, sua potranca, tira tudo, vadia!!!". O que me deixava mais excitada ainda foi então que chamei o Bruno e o Felipe para subirem ali comigo, pois queria chupá-los, já que ainda não tinham encostado em mim. Imediatamente eles foram até mim; eu os despi e comecei a chupá-los já num ritmo frenético. Enquanto isso, ouvia as vozes que me chamavam de gostosa e puta, ao mesmo tempo. O que era fascinante: os outros não se contiveram e subiram ali também. Percebia que todos eram muito bem dotados, numa média de 23cm. Que loucura chupar, lamber, sugar 5 cacetes gigantescos; quase me sufocava.
Foi então que Marcelo começou a chupar meu grelinho para poder meter em mim. Já estava tão encharcada que sentia escorrendo pelas minhas pernas. Marcelo não teve dó; enfiou com muita força. Senti meu útero naquele momento, e era apenas o primeiro de cinco. Eles me apertavam, mordiam, chupavam, enfiando sem parar em cima e em baixo; a cada momento, um gozava. Eu, que já estava em pleno êxtase, jorrava gozo. Na primeira rodada, foi de revezamento, um por vez, na minha xoxotinha. Em seguida, queria meter dois de uma vez; só achava que seria impossível, mas não desistiram. Forçaram tanto que finalmente cedeu, rasgando e arregaçando toda a minha buceta. Eu gritava, até mesmo hurrava, e ainda sim não parava.
Então, na terceira rodada, também era 2 de uma vez, só que agora era no meu cúzinho virgem!!! Pode acreditar, nunca havia dado o cú e ia logo dar para aqueles cavalos. Já estava me afogando em tanta porra que tinha no meu rosto. Foi então que justamente o próprio Gustavo, o mais bem dotado de todos, meteu no meu rabo tudo de uma vez, sem lubrificante nem nada. E eu, já em cima de Felipe, cavalgando-o, eu sangrando toda, gritei, chorei, tentei sair daqueles cacetes todos, mas não consegui. Até porque também batia uma para Luís, chupava os caralhos de Marcelo e Bruno. Todos me chamavam de puta e mandavam eu pedir mais e mais. E pedia, gritando, chorando e rindo ao mesmo tempo. Parecia que ia desmaiar. E todos se revezando no meu cu, na minha buceta, na minha mão e na minha boca, sem contar as inúmeras espanholas que fiz naquela noite de outubro.
Foram mais de 5 horas dando sem parar. Fiquei toda assada e machucada, mas feliz e satisfeita como nunca!!!!
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