Vou contar uma história verdadeira e muito picante. O meu nome é Filipe, tenho 18 anos e trabalho como músico. A vocalista da minha banda, a Karina, é muito gostosa e, sempre que tínhamos uns ensaios, a gente se olhava de maneira bem atraente. Ela, com seus 18 aninhos e um corpo escultural, era cheia de se esfregar em mim.

Um certo dia, meus pais saíram de férias e foram viajar. Não deu outra, e liguei-lhe para ela falando que a gente tinha que fazer uma passagem de som na minha casa; ela, na hora, topou. Chegando em casa, começámos a ensaiar, só que era um pretexto para eu conseguir abrir aquelas lindas pernas na direção da minha vara. Deu uma hora de ensaio, e ela já se deitou no meu colo, dizendo-se cansada.

Olhei bem para ela, e começámos a beijar-nos de maneira delirante. Isso era na sala de casa. Ela estava com uma saia minúscula e fui logo tirando a sua calcinha por entre a abertura da saia. Ela já estava toda encharcada de tesão e abriu o zíper da minha calça e começou a fazer uma chupeta bem gulosa.

Eu, quase gozando na boca dela, levei-a para o quarto do meu pai. Ela olhou aquela cama enorme e disse que era ali mesmo que gostaria que eu a metesse. Passava a minha língua nos seus seios bem durinhos enquanto, com a mão, acariciava os mamilos rosados. Fui deslizando com a minha língua até chegar ao alvo principal.

Colocava a minha língua entre as suas pernas, e ela gemia bem baixinho, quase sussurrando de muito prazer. Virei-a de quatro e coloquei o meu dedo no seu cuzinho (que rabo grande ela tinha). Fui logo penetrando até à base do meu pénis. Ela gritava de dor, mas, ao mesmo tempo, rebolava e cavalgava sentada no meu pau.

Do cú, fui direto para a buceta. Ah, que buceta! Uma gruta bem apertadinha e quentinha todinha, só para mim. Enfiei sem dó nem piedade. Ela gritava de tanto prazer. Sentia o calor da sua buceta queimando e esfolando o meu pinto.

Quando estava quase a gozar, tirei o meu pau para fora da sua buceta e coloquei-o na boca dela. Ela tomou tudo com uma vontade tremenda e ainda queria mais! Mas a continuação desta história é coisa para outro conto.