Vocês já devem ter acompanhado um conto em que a minha namorada se fantasiou de Feiticeira do H para mim aqui neste site. Ela então me pediu que me vestisse de "Tiozinho" para ela. Em uma viagem a São Paulo, comprei alguns apetrechos para esquentar ainda mais a nossa transa. Fui a um sex-shop e comprei uma máscara e um chicote. No dia combinado, fomos para o motel. Ela, como sempre, estava maravilhosa. Sexy em um vestido tubinho preto curto, mostrando as coxas maravilhosas que ela tem, um batom bem vermelho contrastando com os belos olhos verdes que me enlouquecem tanto.
Bem, mas chegando ao motel, eu fui ao banheiro trocar de roupa. Voltei totalmente caracterizado. Blusa de couro sobre o peito nu. (Ela diz que adora o meu peito peludo). Uma cueca tipo tanga branca e a máscara eram o restante da fantasia. Ela disse que queria ser currada, humilhada e espancada pelo seu "Tiozinho". Era estranho inverter os papéis, já que ela sempre é a dominadora em nossas transas. Mas mandei que ela ficasse de quatro na beira da cama. Levantei o vestido até expor aquela bunda linda e arrebitada. Ela já tinha vindo sem calcinha, a safada! Comecei a bater nela com o chicote, inicialmente bem devagar.
- "Bate, bate nessa mulherzinha safada que anda mal-comportada, bate forte." Eu me empolguei e soltei o braço. Batia cada vez mais forte. As tiras de couro faziam marcas naquele traseiro magnífico. - "Ai, Ai, meu macho, por que você está batendo na sua putinha com tanta força?" - "Cala a boca, mulher. Tu sabes por que apanhas" e batia, ouvindo o estalar do couro na bunda, deixando-a cheia de vergões. Paula enlouqueceu. Parecia que tinha se tornado outra pessoa. Ela se sentou na cama e rasgou a parte de cima do vestido e mostrou os seios volumosos e duros que ela tem. - "Bata em mim, meu macho. Bata."
Não resisti àquela cena. Empurrei-a de encontro ao colchão e comecei a retirar o resto do vestido e beijá-la dos pés à cabeça. Eu sou loucamente apaixonado por ela. Ela é um vulcão que me derrete de prazer. Caí de boca naqueles seios grandes e deliciosos. Ela suspirava e gemia. Comecei então a passar devagarinho o chicote pelo seu corpo. Ao contato com o couro áspero, a pele macia dela ia ficando cada vez mais arrepiada. Eu passava as tiras pela virilha e podia ver a rachinha dela cada vez mais molhada e brilhante. Então, para susto dela, enfiei o cabo do chicote em sua vagina. Ela deu um pulo na cama, mas depois deixou-se currar. Eu a masturbava com o cabo do chicote, enfiando até a entrada do útero. Ela, aos berros, dizia que estava adorando.
Deitei-me por trás dela e, com uma mão, enfiava o chicote na bunda dela, enquanto com a outra acariciava os seios. Ela começou a rebolar quando sentiu meu pau trincando de tão duro encostado naquele traseiro. - "Come meu rabo, enquanto enfia este chicote na minha rachinha" - balbuciou ela. Nem me dei ao trabalho de lubrificar aquele traseiro tão acostumado a levar ferro. Somente puxei a sunga de lado e encostei a cabeça do meu pau naquele buraquinho apertado que ela tanto adora me dar. Comecei a penetrar, mas ela pediu que parasse, pois estava doendo pela falta de lubrificação.
Ela então me pôs de costas na cama, enquanto sentava no meu pau (sua posição preferida); ela começou a rebolar e sentir meu pau encostar no colo do útero. Mas eu, sem avisar, fui encostando o cabo do chicote naquele rabinho. Ela parece ter gostado da ideia, pois arrebitou o cuzinho para enfiar mais. Soquei até o talo. Ela então entrou em um frenesi: - "Mete desgraçado, arranca sangue desse cu apertado. Fode meu cu!!!!" Eu cheguei a ficar com medo que ela se machucasse, mas ela me tomou o chicote da mão e ela mesma ficou masturbando o cuzinho enquanto rebolava em cima do meu pau.
Comecei então a sentir que não conseguiria segurar o gozo por muito tempo. Ela, vendo que eu ia gozar, saiu de cima de mim e caiu de boca no meu pau, ainda a tempo de engolir cada gota do meu sêmen. - "Obrigado, meu amor, obrigado, meu Tiozinho".
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