Quando aquele turbilhão de emoção e sexo passou, Denise percebeu, ao olhar para o lençol e o que havia ocorrido, que uma mancha de sangue comprovava que ela deixara de ser moça para se tornar mulher. Olhando para ele, Théo estava sorrindo, um sorriso de quem havia conseguido o que queria. Por um momento, um ódio tomou conta de Denise; ela, então, partiu para cima de Théo, esmurrando-o. Ele se defendeu enquanto ela gritava:

- Seu cafajeste! Como pode fazer isto comigo, seu louco, tarado? Você me desvirginou! Eu vou te matar!

Segurando-a pelos pulsos, Théo disse:

- Calma, amorzinho. Eu não fiz nada que você não quisesse. Tanto quis que gozou feito uma cadela no cio.

- Ora, seu filho da puta! Você é que foi culpado. Me preparou uma cilada, seu tarado, sedutor de menores... - e deu uma cusparada na cara de Théo. Théo, já irritado, pegou-a com força, colocou-a curvada no seu colo e começou a dar tapas com toda a força em sua bunda, dizendo:

- Isto é para você aprender, sua mimadinha. Vai levar uma surra do seu macho para aprender a ser mulher de verdade... - e continuou batendo e batendo até que a bunda de Denise ficasse totalmente vermelha. Ela chorava muito e esperneava. Ele batia e batia, até que um dos dedos escapou por entre suas pernas e atingiu sua vulva. Ele percebeu que ela estava toda ensopada e, quanto mais ele batia, mais a xoxota de Denise ficava molhada. Ele deu um sorriso maroto e continuou batendo com uma mão, enquanto a outra começou a bolinar aquela buceta. Com toda a força, seus dedos em movimentos firmes entravam e saiam daquela xoxotinha, alternando com rápidas pinceladas no grelinho, que já estava completamente duro. Não demorou muito para que Denise, mesmo sem querer, soltasse um forte gemido de quem estava gozando muito, e seu corpo passou a dar pequenas tremidas, como espasmos, e o gozo veio forte e avassalador.

Théo não perdeu tempo. Puxou Denise para cima dele, fazendo com que as pernas dela ficassem em volta do seu corpo, colocando-a sentada sobre seu pênis, de frente para ele. Ela, com o rosto transtornado, entre soluços, suspiros e choro. Ele a agarrou pela bunda, trazendo o corpo dela para a frente, e direcionou com a mão seu pau para a entrada daquela xoxota, totalmente arreganhada e entregue. E, puxando-a mais um pouco para a frente, encaixou a rola totalmente dura naquela xoxotinha desejosa, penetrando firme até suas entranhas. Começou a chupar aqueles peitinhos e a forçar o corpo para frente e para trás, indo e vindo lenta e firmemente, levando Denise a mais um delírio. Começou lento e passou a forçar com mais rapidez, exigindo que ela também movesse o corpo para frente e para trás. E os dois, num sincronismo só, passaram a sorver seus corpos. Ela gozando várias vezes e ele segurando o gozo para uma nova empreitada. Quando ela gozou mais uma vez, ele retirou a rola de sua xoxota, puxou-a pelos braços e deitou-a na cama de bruços. Colocou dois travesseiros embaixo do corpo dela, fazendo com que suas nádegas ficassem em evidência. E passou a chupar e morder aquelas nádegas como um animal faminto, intercalando entre as nádegas e o ânus da ninfeta, que passou a ser explorado com mais dedicação.

Com as duas mãos, Théo abria as nádegas de Denise e, com a língua, chupava e lambia aquele cu, deixando-o todo lambuzado. Denise começou a gostar daquela violação e passou a rebolar bem discretamente enquanto era chupada por seu algoz. Quando o rabinho de Denise estava bem lubrificado, Théo começou a passar o dedo, que rapidamente passou a penetrar aquele cuzinho virgem. Aos poucos, Denise foi relaxando e Théo, colocando os dedos, um a um, no total de três, passou a fazer o movimento de vai e vem. E a outra mão já no grelo, ao mesmo tempo, até que os gemidos e os rebolados de Denise passaram a ser frenéticos.

Théo, para não perder tempo e se aproveitar da situação, tirou os dedos, arreganhou sua vítima mais ainda e, passando um pouco de saliva na cabeça da rola, posicionou-se na entrada daquele cuzinho, que já piscava ofegante, pedindo para ser penetrado. De uma só vez, num golpe certeiro, Théo encaixou sua pomba e penetrou fundo o cuzinho de Denise, que soltou um grito de dor. Ele, agarrando-a pelas ancas, a segurou quando, numa tentativa desesperada, ela tentou se desvencilhar daquele monstro. Quando notou que já estava todo dentro, e sem perda de tempo, começou um portentoso vai e vem, forte e contínuo, que, após alguns minutos, fez com que Denise se acalmasse e se conformasse com aquela penetração. Então, já senhor da situação, Théo passou a chupar-lhe as costas, foi subindo, chegou na nuca da garota, que passou a morder e chupar, e ao pescoço. Orelhas e as mãos já dominavam seus seios. E a outra foi atrás da bucetinha, que, já arreganhada, recebia as carícias. Ele começou a comê-la cadenciadamente, curtindo aquele domínio completo daquele corpo jovem, que agora sim, ele sabia ser dele.

Denise, como que dominada e escravizada, só fazia gemer baixinho e começar a rebolar, empurrando a bunda e as ancas de encontro aquele pau que tanto prazer lhe dava. Ele aproximou a boca de seu ouvido e, depois de lambê-lo, começou a xingá-la:

- Tá vendo, pirainha? Como você gosta de dar o cu, sua putinha, cadela? Você, a partir de hoje, é minha escrava, minha puta, e eu vou ser seu dono e senhor e te dominar e possuir todinha. Ouviu, putinha? Você agora tem um dono, sua égua, piranha...

Ao invés de achar ruim aquelas palavras, deixaram Denise louca de tesão e ela passou a rebolar com mais força e a gritar com Théo:

- Tá bom, seu filho da puta, seu safado, tarado! Você me dominou e me domou e agora eu vou ser sua escrava e sua puta! Mas eu quero que você goze gostoso e encha o meu cu com essa porra! Vai, seu porra! Me enche de esperma, come a minha bunda e me faz totalmente mulher...aaaaaaaiiiiiiiiiiiiii... - e gozou feito uma louca, gritando alto e gemendo estericamente. Não aguentando o clima, Théo também gozou, enchendo aquele rabo de porra totalmente, e continuou no vai e vem louco... até que desabaram um sobre o outro, ele com os dentes cravados na nuca dela e com a pica toda dentro da sua bunda, que começava a expelir o esperma pelas bordas. Ele virou o rosto dela para o lado, eles se olharam e se beijaram apaixonadamente, como feitor e escrava que agora eles eram...