Amigos, quero contar esta deliciosa aventura que aconteceu comigo já há alguns anos atrás. Nas férias de escola, quando eu tinha 19 anos, viajei para casa de alguns parentes no Pantanal, junto com uma prima. Pois, nem bem chegamos, e a casa de meus tios logo se encheu com os amigos de meu primo, que se assanharam ao saberem que havia chegado na região duas paulistinhas muito gatas - tenho 1,60 e sou branquinha, seios grandes e, na época, tinha 18 aninhos de muita sapequice.

Pois bem, entre estes amigos havia um que me chamou a atenção logo de cara. Era baixinho, no máximo 1,65, mas tinha um corpo e rosto de cair o queixo. Só que era totalmente rústico, um peão no sentido exato da palavra, trabalhador braçal sem nenhum estudo, mas era lindo. Porém, antes mesmo que eu tivesse chance de chegar perto, ele já estava namorando com minha prima.

Mas é claro que não desisti e comecei um jogo de sedução para tirar o homem dos eixos. À noite, como não havia nada para fazer, nos divertíamos jogando dominó e eu, muito sorrateira, ficava roçando meus pés nas pernas dele, subindo e olhando para ele de forma bem séria. E na frente de todos, agindo como se nada estivesse acontecendo, também dava sempre um jeito de esbarrar no corpo dele quando passava - às vezes era o bumbum, nas outras as mãos, sempre insinuando sem nunca consentir.

Claro que ele pirou com isso e, em pouco tempo, estava sempre me olhando com cara de "Eu vou te pegar...". Um dia, já decidindo que iria acabar com a tortura, deixei escapar a informação de que iria até uma cachoeira lá perto para tomar um banho. Iria sozinha a cavalo. Ele fingiu não ter ouvido, mas, passados 15 minutos, eis que ele aparece na cachoeira, onde eu já estava só de biquíni, tomando banho de sol.

Ele chegou, sentou do meu lado e, sem dizer nada, veio tocando meus seios. Só me olhando nos olhos, reagi puxando ele para mim. Afinal, a tortura também tinha me afetado e muito - estava louca por ele. E beijei aquela boca com toda a fome do mundo, empurrando ele até que ele se deitasse e ficasse embaixo de mim. Desci meus beijos por seu peito, rasgando a camisa que ele estava de tanta pressa em ver-me sem ela. Beijei seu peito, lambi seu queixo. Ele estava dominado e adorando aquilo. Me deixou trabalhar à vontade naquele corpo que eu tanto cobiçava.

Fiz com que ficasse nu e desci acariciando sua barriga, lambendo seus músculos, até chegar ao pau de 18 cm, forte e cheiroso, onde me concentrei. Comecei lambendo seu saco, arrancando gemidos de meu gato. Para em seguida me concentrar em liberar sua glande e dedicar a ela passadas de língua bem molhadas. Em seguida, fui engolindo ele devagar, com os lábios apertados ao redor, para que ele sentisse todo o prazer de estar deslizando dentro de minha boca. Ele agarrou meus cabelos e passou a enfiar em minha boca como se estivesse em minha boca...

Fiz com que parasse e pedi que me tocasse, pois queria sentir o toque de suas mãos. Ele logo obedeceu, passando a sugar meus seios com força. E descendo suas mãos, já foi enfiando no meio de minhas pernas, até com uma certa rudeza. Pedi que tivesse mais calma, pois teríamos muito tempo. Ele se acalmou e passou a me lamber o corpo com agilidade. Fiquei louca com aquilo. Aquele gato rústico também sabia ser carinhoso.

Pedi que ele me penetrasse, pois já não suportava mais tanto tesão. Fui guiando e logo estava com ele dentro de mim. Deus, como ele sabia mexer! Tinha um movimento de quadril delicioso. Entrava e saía com maestria tal que gozei gemendo alto e pedindo mais. Ele aumentou ainda mais o ritmo, gozando como louco. Nossos líquidos escorrendo de mim...

Ficamos ali abraçados um tempo para que ele recuperasse o fôlego. E sorrindo, ele me disse que nem na zona tinha comido uma dona tão fogosa. Me acendi de novo e voltei a chupá-lo, vendo ele voltar a dar sinais de vida rápido. Mal o deixei duro e subi sobre ele, descendo sobre seu pau devagar para senti-lo por inteiro. Comecei a cavalgar lentamente para ir aumentando o ritmo. Ele me dava tapas na bunda, me chamando de potranca. E levantou o corpo de modo a poder sugar meus seios. Fiquei louca e aumentei o ritmo de forma alucinada. Gozei novamente, mas ainda querendo mais. Fiquei de 4, empinei minha bunda e pedi que ele viesse com força, que me quebrasse ao meio. Ele não se fez de rogado e me pegou com força, ao ponto das marcas de suas mãos ficarem cravadas em minhas pernas. Me segurou pelo quadril e, enfiando com tudo, começou a estocar com força. Gozei novamente, rebolando como louca, sendo seguida por ele que gozou gemendo alto.

Depois disso, entramos na cachoeira para tomar um banho. Nos vestimos e voltamos um de cada vez para casa de minha tia, onde passamos a tarde com todos, como se nada tivesse acontecido. E voltamos a transar várias vezes até que minhas férias acabaram e eu tive de voltar a São Paulo. Ele, até hoje, deve se lembrar de suas paulistinhas, pois ficou e transou com as duas durante toda a nossa estadia ali...

Desde então, tenho tara por peões, mas peões de verdade, que realmente trabalham na roça e lidam com o gado.