Como na maioria dos casos, uma turminha de primos e amigos tínhamos muitas atividades juntos, particularmente nas férias. Um dos meus primos, uns dois anos mais novo, foi sempre muito sacana, sempre de olho nas pernas e decotes das garotas. Aos meus 18 anos, um dia, ele me beijou... e senti algo especial aparecer. Uns tempos depois, aproveitando as reuniões e o frio (era inverno), ficámos muito juntos assistindo TV, e ele me beijou de novo, repetidamente. Eu deixei porque estava gostando.
No verão, com roupa mais leve, começámos a namorar. E eu no céu... Ali começou a alisar, e eu, muito comportadamente, retirava as mãos das pernas e peitos. Com os meses, fomos avançando, e um dia já tinha uma mão dentro do soutien... e já não o retirei. E uns tempos depois, já tinha os peitos de fora e ele sugando-os como um filhote mamão. E seguiram as coxas... e a bunda. Mas resistia ao toque na xota...
Até que um dia, aguardando alguém no carro, estando os dois na frente e outra prima atrás... chegou à grutinha, e sem aguardar mais, fazendo de lado as calcinhas, finalmente... meteu os dedos. Eu fiquei molhadíssima. A partir daí, pegámos o costume de ir a lugares onde podia meter os dedos e bolinhar-me. E eu tomava a sua pica e mexia...
E, claro, passámos a conhecer motéis. Mas não foi num que me tirou o cabaco... por tradição, foi no carro, num autocinema, sim, no banco de trás. Eu já tinha decidido que ia dar nesse dia. E ele sentiu que seria assim. Chegámos e quase sem falar, abriu a minha blusa, tirando os peitinhos para fora. A seguir, subiu-me a saia e tirei minhas calcinhas, subi as pernas e, colocando-se por baixo... deslizou o troço de pica dentro de mim. Foi muito bom e, após uns minutos, retirou e ficámos considerando o evento quase sem falar.
Fui ao banheiro e, na volta, beijou-me apaixonadamente e tirou de novo a calcinha: "Não, gordo, não de novo." "Sim, espera um pouco.. E, colocando-me de a cachorrinho no chão do carro, me fodeu de novo. Porém, desta vez... completou... e ali senti, pela primeira vez, como era um jato de porra dentro...
O aprendizado continuou quando, uns meses depois, estando num motel, me colocou a pica na bochecha, e tentou colocar na boca. Eu me resisti um pouco, e quando já não aguentei, disse: "Eu faço se você fizer também." Eu não esperava a velocidade com que se abaixou e começou a chupar a minha xoxota. E como eu tinha falado... quando virando-se nos colocou num 69... e eu engoli o seu instrumento até completar. Já feito uma vez, virou corriqueiro. Era só abrir a calça, que eu caía de boca na pica. Como uma galinha, acima e abaixo, acima e abaixo... E passámos a trepar em todo lugar. Inclusive, um dia, comi o seu cú numa rua bem transitada, circulando devagar, e gostava muito de transar em restaurantes liberais, onde me mostrava semipelada para os garçons e mamando... Outro dia, deu-me de presente para um amigo... isso conto depois... Beijos...
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