Olá, amigo(a)s. O que vou relatar aqui agora faz parte de nossa vida sexual, portanto, tentarei ser o mais fiel possível aos acontecimentos.
Sou Álvaro, 35 anos, voyeur e bi, ela Ana Paula, 29 anos, bi, sado e submissa, adepta do ménage e gang bang. Casados há 14 anos, ela, aos 18 anos, perdeu o «cabaço» para mim, e no ano que completou 19 anos, conheceu outro «cacete», levado por mim para iniciá-la em sodomização. Hoje, já temos muita experiência e o que vou relatar agora é uma das que mais gosto de lembrar.
Fomos a uma boate em uma cidade vizinha à nossa, para arranjar alguém interessante para um ménage. Sentámos em uma mesa; a Ana estava de mini-saia e colant, bem insinuante. Imediatamente, notei que todos olharam para ela, e ficámos felizes por isso. Então, era hora de achar a pessoa ideal. Notámos que dois senhores, que vou chamar de Marcos e Paulo, na faixa dos 40 a 45 anos, estavam «secando» a Ana. Resolvi ir até à mesa deles e contar as nossas intenções. Disseram que tinham um apartamento próximo e que adorariam transar com ela.
Então, chamei-a para a mesa e apresentei-a. Disse que adora sado leve e DP. Eles animaram-se muito e prometeram que, com a sua experiência, fariam coisas que ela jamais tinha provado. Tudo combinado... Eu iria ficar no carro, na garagem do prédio deles, e eles levariam Ana para o apartamento deles e ligariam no meu telemóvel, onde eu poderia ouvir tudo e deixar a minha imaginação fluir.
No caminho, parámos em uma farmácia. Disseram que iriam comprar camisinhas, pois tinham poucas e a noite prometia.
Bom... Chegando lá, subiram com Ana. Antes de ela subir, passei a mão na xana dela e estava praticamente pingando. Eu disse-lhe: «Tás excitada, né, sua safada?». Ela respondeu: «Estou muito, seu corno, e acho que esses coroas são bem experientes. Vai ser legal. Te punheta bem gostoso no fone, que quando eu descer, vou chupar até tu gozares, tá queridinho da mamãe?». E foi com eles!
Oito minutos após, tocou o telemóvel. Eu já estava muito excitado e, ao atender, já pude ouvir, ao fundo, os gemidos dela. O Paulo falou-me ao fone: «Corno, escuta como ela geme, e olha que só estamos no começo, apenas chupando ela».
Então, pedi que pusesse o fone bem perto deles. Ele colocou e foi ajudar, e eu, escutando tudo, ouvi-a gemer e dar aqueles gritinhos de espasmo de tesão. O Paulo voltou e disse: «Corno, escute bem, pois agora vamos foder com vontade», e eu pude escutar o barulho das estocadas e os gritos mais altos de tesão dela.
Ouvi, ao fundo, o Marcos dizer: «Ela tá quase gozando, essa vaca! Não deixa, não!». Então, colocaram-na no fone comigo, e enquanto falava comigo, davam tapinhas na xota para ela dar gritinhos de dor. Ela estava-me dizendo que eles realmente sabiam o que faziam, que estava gostoso demais.
Então, o Marcos pegou o fone na mão e disse: «Agora, seu corno, é que vem o melhor. Espere, continue falando com essa puta que vou ao quarto e já volto». Devolveu o fone para ela, e perguntei o que estava acontecendo. Ela dizia que o Paulo continuava a dar tapas na xana e que ela já estava bem vermelha e ardida, e que o Marcos tinha ido para o quarto.
O Marcos voltou ao fone e disse-me: «Agora, você só vai escutar. Ela não vai dizer nada, só os gemidos». E comecei a escutar os gemidos altos dela: os «humm, humm, humm», os «ai, ai, ai» e, depois, um grito alto: «TÁ ARDENDO MUITO!».
Ai, fiquei preocupado e, gritando ao fone, pedi para falar com ela. Deram o fone para ela, e ela contou o que faziam: estavam passando pedra Hume na buceta dela, de forma a ficar bem ardida, e davam tapas em cima. Ela dizia que, no começo, estava doendo demais e que agora ardia, mas dava um «coceirinha» gostosa, e que ela estava rebolando em cima do pau do Marcos para passar a coceira.
«Porra que puta tesão eu fiquei quando ela disse isso!», disse eu. Nunca tinham feito isso com ela; sequer eu podia imaginar algo tão gostoso. Ficaram a noite toda «fudendo». Eu acho que gozei na punheta mais de 5 vezes.
E, quando ela desceu do apartamento, estava um bagaço, sério, nunca vi ela tão cansada, e estava com a buceta muito, muito ardida. Claro que promessa é dívida, e fiz ela me chupar o «cacete» até gozar. Afinal, chupar mais um seria fácil para a minha puta.
Espero que tenham gostado e espero receber e-mail de vocês com outras ideias geniais, como a de Marcos e Paulo. Escreva-nos contando a sua fantasia sacana e responderemos se poderemos viajar e viabilizar algo.
Corno e putinha rampeira.
Precisa iniciar sessão para deixar um comentário.
Entrar